DR. FLAVIO ZUCCHI

Tratamentos e procedimentos

Realizamos procedimentos preventivos e curativos visando o diagnóstico precoce e o tratamento mais adequado para as principais patologias do trato genital inferior.

Diagnóstico

A investigação diagnóstica combina o exame clínico com recursos de visualização e análises laboratoriais. Os exames são indicados conforme os sintomas, o histórico e os resultados anteriores, para esclarecer alterações e definir os próximos passos do cuidado.

Exame que amplia a visualização do colo do útero e da região íntima. Ajuda a localizar áreas alteradas e orientar a investigação, especialmente após resultados anormais no Papanicolau ou no teste de HPV.

Avaliação detalhada da vulva, a parte externa da região genital. Auxilia na investigação de coceira persistente, manchas, feridas ou outras alterações da pele, permitindo identificar áreas que precisam de atenção.

Exame do canal anal com um pequeno instrumento que facilita a visualização interna. Pode ser indicado para investigar lesões, sangramento ou suspeita de alterações relacionadas ao HPV, ajudando a definir a necessidade de avaliação complementar.

Coleta de células do colo do útero para análise em laboratório. Permite identificar alterações celulares, inclusive lesões precursoras do câncer, e orientar o acompanhamento; sua indicação considera o histórico e os demais exames.

Análise microscópica de secreções vaginais para observar bactérias e características da flora local. Auxilia na investigação de corrimento e odor e na definição do tratamento quando há suspeita de desequilíbrio da flora ou infecção.

Teste molecular que pesquisa o material genético do HPV na amostra coletada. Auxilia no rastreamento e na investigação de alterações, conforme o teste e a indicação. Um resultado positivo não significa, por si só, presença de câncer.

Pesquisa de marcadores que ajudam a avaliar alterações no comportamento das células. Em situações selecionadas, complementa outros exames na investigação de lesões precursoras do câncer do colo do útero. O resultado não confirma câncer isoladamente.

Curativos

Os tratamentos curativos têm como objetivo tratar lesões identificadas no colo do útero, vagina, vulva e regiões perineal e perianal. Laserterapia CO2 e cirurgia de alta frequência (CAF) são os principais métodos utilizados; a escolha considera o diagnóstico, a localização e a extensão das alterações. Em situações específicas, também pode ser utilizada cauterização química.

Utiliza a energia de um laser de dióxido de carbono para tratar áreas alteradas com aplicação localizada. Pode ser indicada para lesões selecionadas do trato genital inferior, conforme avaliação clínica e dos exames.

Emprega corrente elétrica de alta frequência para retirar ou tratar tecidos alterados. É utilizada em lesões selecionadas, especialmente do colo do útero, e pode permitir a análise laboratorial do material retirado.

Principais tratamentos

Entre os procedimentos realizados estão a conização uterina, a vaporização com Laser CO2 e a cauterização com CAF pulsada. Cada técnica é escolhida conforme o tipo de lesão e a necessidade de retirar tecido para análise ou tratar sua superfície.

Retirada de um fragmento em formato de cone do colo do útero. Pode ser indicada para investigar ou tratar determinadas lesões, inclusive precursoras do câncer. O material removido é encaminhado para análise, que orienta o acompanhamento.

Aplicação do Laser CO2 para destruir áreas superficiais de lesão, por vaporização do tecido. É uma opção para alterações selecionadas do trato genital inferior, após avaliação que descarte a necessidade de retirar material para análise.

Modalidade de cauterização com cirurgia de alta frequência voltada ao tratamento localizado de lesões do trato genital inferior. Busca tratar as áreas alteradas, conforme avaliação do tipo, da extensão e da localização das lesões.

Tratamentos estéticos e funcionais

Esta área reúne cuidados com o conforto íntimo, a função urinária, a atividade sexual ou a anatomia da vulva. A avaliação considera os sintomas e as necessidades de cada paciente para definir a conduta e os benefícios possíveis.

A atrofia vaginal pode causar ressecamento, ardor e desconforto, frequentemente associados à redução hormonal. A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. A avaliação distingue essas condições e orienta tratamentos voltados ao alívio dos sintomas e à melhora do conforto e da função urinária.

Cirurgia que reduz ou remodela os pequenos lábios da vulva. Pode ser considerada diante de desconforto por atrito ou de uma queixa estética, após avaliação individualizada, respeitando as variações naturais da anatomia e os riscos do procedimento.

Dor persistente na vulva, que pode ser espontânea ou provocada pelo toque, sem causa evidente após investigação. O cuidado busca reduzir a dor e seu impacto nas atividades e na vida sexual, com conduta definida para cada caso.

Contração involuntária dos músculos ao redor da vagina, que pode dificultar a penetração e alguns exames. O cuidado busca reduzir a dor e facilitar essas situações de forma gradual, respeitando o conforto e o ritmo da paciente.

Acúmulo de secreção em uma glândula próxima à entrada da vagina, geralmente por obstrução do canal de saída. Pode causar aumento de volume e desconforto. Quando indicado, o tratamento busca aliviar os sintomas e controlar episódios de inflamação ou infecção.